"Epifania é a súbita sensação de realização após a compreensão da essência ou significado de algo."

Minhas palavras são como um olhar acompanhado de um sorriso, são as janelas de minha casa!
Essas estarão sempre abertas para que o ar se renove e as pessoas possam espiar aquilo que permito aparecer.
Se as cores do interior lhe chamaram a atenção, entre e fique à vontade. Seja bem vindo!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Vou até lá viver!

Normalmente quando ficamos sozinhos em silêncio, conversamos conosco; nos fazemos perguntas sem respostas e também, paramos pra nos ouvir. Gosto disso, desse mergulho interior, o monólogo do auto conhecimento. Acredito que isso vá me acontecer nos próximos dias... Farei uma viagem de 30 horas para outro estado, vou conferir o que a baiana, ou o baiano tem! A opinião daqueles que comento à respeito, é sempre a mesma: "Nossa! prepare-se, pois será uma viagem cansativa!". Sei que se referem ao cansaço mental, pois quanto ao físico creio que não haverão grandes problemas. Estarei bem acomodada e faremos paradas aonde poderei caminhar um pouco. Cansativo é ficar dentro de um quarto no MSN durante as férias, enquanto o mundo grita lá fora que existe vida acontecendo. Estarei em um ambiente fechado com pessoas que nunca vi, passando por cidades e parando em postos tão desconhecidos quanto! A cada parada, algo diferente, logo será possível diferenciar os sotaques e regionalismos. Por via das dúvidas, estou levando livros e muita música, mas ainda acho que entre um cochilo e outro, o que acontece agora aqui é que será minha companhia. Na verdade, a razão dessa viagem é um tanto intrigante... todas essas horas representam a distância entre o pensamento e a realidade, transformar uma idéia em ação, um objeto de desejo em humano. Vou ao encontro de uma cidade nova, de amigos, abraços e beijos! Em busca de uma virada de ano diferente e especial; de conhecimento e diversidades culturais, linguísticas, visuais e interpessoais. Em busca de paz pro meu coração, embora essa possa ser vista como uma perturbação da mesma; em busca daquela verdade que me encanta e faz com que cada dia o admire mais... vou pra parar de só pensar, imaginar, parar de dormir pra sonhar, vou até lá viver! O mundo lá fora não se cansa de gritar e eu, sou toda ouvidos! Um ótimo 2010 para todos!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Beijo

É impressionante como o pensamento está ligado ao sentimento e ambos influenciam em nossas ações. O que era indiferente, torna-se agradável e cada vez mais necessário. Uma prova disso é o beijo. Existe uma diferença gritante ao beijarmos por puro passa tempo numa boate e a alguém que gostamos. Quando não há sentimento, o que conta é a performance do indivíduo; quando há, mesmo que antes não fosse lá essas coisas, o sentimento faz com que seja. Desde o primeiro contato já havia combinado; o tamanho dos lábios, o ritmo do movimento, o abraço, o toque das mãos (lê-se pegada)... como fica quando o sentimento vem e vem com tudo? acho que a ocasião não me permite dizer. Posso apenas uma coisa: trocaria a eternidade por um beijo dele. Sem mais.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Completo

Certa vez, ao sair desacompanhada, um amigo em comum me deu o seguinte conselho:
- Comporte-se.
Confesso ter achado engraçado, mas me contive e fiz sinal de positivo com a cabeça.
Agora veja só, que audácia! Há quem acredite que seguir tal conselho seria "pagar paixão", até parece que precisaria dar essa volta toda pra deixar claro se estou ou não apaixonada, consigo tal proeza em um pequeno quarto, entre 4 paredes. Me comportaria sim, mas não em função da pessoa que está comigo. Como tudo que faço e dessa vez não seria diferente, o faria por mim.
Simplesmente porque não tenho necessidade de ser tomada por outros abraços.
Porque não vejo razão para me perder em outros beijos nem ficar horas a ouvir acordes descompassados de violão e músicas incompletas. Pois não preciso acariciar meu ego com outros elogios nem me divertir com outro jeito diferente de falar.
Me deliciar com outro cheiro, com outra voz, com outros olhos...
Como disse no texto anterior, aprendi a me sentir satisfeita com o necessário. Detesto exageros, sobras, sentimentos que transbordam, nos escapam por entre os dedos e fazem uma grande lambança! Até porque normalmente quem limpa sou eu. Pode parecer muito pouco para alguns, mas por enquanto, é só o que preciso. É o que deixa em paz, o que me faz feliz, feliz demais!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Um pequeno vendaval

Ouvi essa expressão de alguém muito importante, apesar de não fazer parte do contexto, agora ela faz sentido.
Há alguns dias atrás completei 22 anos de existência!
Pode não parecer nada comparado a idade de nossos pais e avós, mas apesar de considerar esse tempo de forma relativa, em partes até concordo. Não há como negar que em 22 anos se aprenda muita coisa, ah, e como.
Durante esse tempo, aprendi a me satisfazer com o necessário.
Isso não quer dizer que tenha abdicado dos meus objetivos, deixado de querer mais!
Quero sim, afinal...quem não quer? A diferença está em valorizar o que existe de mais simples, compreendendo sua funcionalidade e deixando a estética um pouco de lado. Caprichos; observando de perto vi que são apenas caprichos.
Hoje me sinto boba por ter desejado uma extensa variedade de pratos na mesa do almoço, quando sei que provaria dois ou três deles. Boba por ter desdenhado do carro que meu pai precisou trocar, apenas por não ser aquele que trazia em si, ainda que de maneira implícita, o status social que desejava ter. Boba por tentar escolher uma carreira profissional que me desse muito dinheiro, desmerecendo a satisfação pessoal. Sim, já fiz tudo isso... mas, foi bom.
Minha mudança de cidade foi como disse um amigo: um pequeno vendaval.
Não considero apenas a mudança física, pois a mudança mais intensa foi dentro de mim.
A rotina, os hábitos, as pessoas, a faculdade... tudo isso contribuíu para que fosse delicadamente lapidada, esculpida. Só conseguimos nos aproximar da perfeição através da prática e é com o passar do tempo que nos tornaremos melhores, ou pelo menos é o que deveria acontecer. Um passat alemão me leva pra faculdade do mesmo jeito que um Gol, um prato de arroz, feijão e carne, me alimenta tanto quanto qualquer outra comida, qualquer profissão que me dê satisfação pessoal, por fazê-la com gosto e sendo a melhor, me trará condições financeiras de viver bem. Quando é que deixamos de nos importar com o a parte funcional? Acho que já faz muito tempo, tempo demais pro meu nível de tolerância atual.
“Decidi desenvolver minhas qualidades, logo precisaria romper os limites e anseios.
Desfigurar o usual é um exemplo disso. Enfim tenho você pra assoprar meus olhos repletos de areia do vendaval...” Hoje não mais o tenho, mas suas palavras ficaram. Não são as pessoas, mas o que me fizeram sentir. Por que me prender à rótulos objetivos, se é na subjetividade que encontro o que me faz bem? Não são os amigos, mas a amizade. Não são os amores, mas os beijos, os momentos em que estivemos sós, as histórias que confidenciamos, são os nossos planos. Não são as casas em que morei, mas tudo que vivi alí. Todos os abraços, beijos, carinhos e discussões, todos os amigos, as aulas, as night's e conversas interessantes, todas as viagens, banhos de mar, horas no telefone e os filmes com brigadeiro e muita fofoca, são meus 22 anos. São essas pequenas coisas, pequenos grãos de areia que me divertem, que me proporcionam momentos incríveis, que me trazem paz.

sábado, 29 de agosto de 2009

30, 60, 90 dias...

Algumas relações são como células anucleadas, não tem material genético para se reproduzir nem tampouco sobreviver, duram o tempo suficiente para nos ensinar alguma lição, proporcionar momentos memoráveis e nos fazer bem até que o mesmo venha a se tornar indiferente. Logo, não compensará o fato de se estar livre para conhecer e experimentar novas sensações, ainda que pra estar sozinho em uma espécie de retiro espiritual. Não posso dizer que não exista amor, desejo ou vontade, mas esses se tornam pequenos diante de uma infinidade de situações que somente a liberdade poderá nos proporcionar. Quando estou com alguém, se não tomar cuidado me perco a ponto de não saber quem sou. Assumo os gostos e características da outra pessoa, talvez pra agradá-la ou até inconscientemente pelo convívio. Assim foi durante um bom tempo, apenas quando estive sozinha consegui olhar pra mim...estava tão acostumada à uma vida que não era minha, que pra afastar tudo aquilo, me isolei. Só havia uma coisa que podia fazer, por falta de opção, me conheci. Cheguei ainda um pouco perdida, sem graça e só observei, permaneci próxima, mas em silêncio absoluto. Quando senti que havia chance, me aproximei, conversei e descobri coisas muito interessantes à meu respeito, mas não o suficiente pra me prender alí, ainda não era capaz de perceber a importância de quem estava ao meu lado o tempo todo. Após algumas semanas com os amigos em boates e bares da vida, já cansada daquele ambiente vazio, achei que seria interessante sossegar, foi aí que voltei pra mim. Fiquei, namorei, tive momentos íntimos, assisti à filmes debaixo do edredom, jantei fora, dormi agarradinha, enfim... me apaixonei. Me fiz sentir linda, desejada e especial, pra mim isso era uma certeza. Eu era minha companhia constante, na disposição e bom humor, nas crises de tpm, até mesmo nos dias em que mal podia suportar minha voz, não dava simplesmente pra me mandar catar coquinhos, sair e bater a porta! Precisava ficar alí, esperar, compreender, respeitar... e fiquei, fiz nascer por mim um amor incondicional. Essa outra pessoa de quem falo, também pode ser chamada de alma, guia, xamã ou até mesmo, consciência. É ela quem zela por você, pelo seu bem estar, que te dá conselhos e que te freia nas horas em que ameaça perder o controle. Quantas vezes já não falou consigo jovem ou adolescente, como se fosse você mesmo só que mais velho, mais sábio, digno de confiança e respeito? Vamos lá! Deixe-me ver a parte em que a sanidade não existe! Eu mesma me pego falando sozinha de vez em quando: " Renata! É melhor não ligar... fica enchendo a bola desses meninos, depois fica aí chorando que nem uma pata! " ou então, " Isso, se enche de brigadeiro mesmo! Depois reclama que a calça jeans não entra..". Duvido que seja a única a agir assim, nossos conselhos nem sempre são colocados em prática, mas são ouvidos.
Ao nos relacionarmos com outras pessoas, deixamos em suas mãos o poder de nos fazer sentir, lembrando que ainda assim somos nós quem proferimos as palavras finais, sem o nosso aval, não sofremos e sem o mesmo, não somos felizes. Quando sozinha, era a única responsável pelo que sentia, a única em que podia confiar, em quem acreditava e que julgava ser merecedora de lágrimas de felicidade à sorrisos amarelos ao mascarar certa tristeza. Pensei que já estivesse pronta para me envolver sem me deixar levar, pra mim, o que pensava à meu respeito bastava. Mas não, ainda não. Talvez tenha me empolgado com o clima do momento, ou talvez precisasse passar por mais uma decepção. Ao ser tratada com certa indiferença, me senti sem importância. Ao supervalorizar um comentário, me senti normal. Não foi intencional, mas ainda assim aconteceu. Sempre fiz questão da verdade, nua e crua, escancarada e sem pudor, não é por ela que estou pensando dessa forma, ao observar os fatos que me são apresentados, tenho a opção de escolher se é mesmo o que quero pra mim. Isso não quer dizer que vá ficar sozinha pra sempre por medo do que possa sentir sem poder controlar, apenas acho importante sabermos reconhecer quando o tempo de vida de uma relação chega ao fim. Não devemos nos esquecer de agradecer pela agradável parceria! Pelos momentos de carinho e compreensão, pela credibilidade, confiança e principalmente pela paciência, sei que não é mole suportar tanta excentricidade. Agradecer pela validade da experiência e oportunidade de se ter feito parte da mesma equipe. É uma honra dividir a autoria de um capítulo, fazendo sempre com que cada participação seja muito, mas muito mais que especial.

sábado, 22 de agosto de 2009

Normais demais

- Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, diz ai.
- Tanta gente duvida da minha sinceridade, por que você acredita tanto?
- Porque eu quero acreditar.
Simples e objetiva. É disso que falo na maioria das coisas que escrevo, é esse o prazer à que me refiro, o de surpreender. Faço uso da psicologia inversa tornando-a benéfica não só pra mim. Acredito que ao agirmos de maneira oposta ao esperado, provoquemos uma espécie de auto reflexão no indivíduo causador da reação em questão. Suponho que seja essa a intenção, que o mesmo reconheça a validade de sua atitude, ainda que para corrigí-la ou adaptá-la à uma nova tentativa. Sabemos que não é possível prever o futuro, mas podemos honrar o passado assumindo o presente, o famoso "fiz porque quis" é um ótimo exemplo disso. Mantenho meus textos nessa linha de pensamento porque não vejo mudanças significativas, convenço um ou outro e isso leva meses. O auge da evolução seria o desejo explicitado, a atitude assumida, precisávamos querer mais. De vez em quando leio coisas que me chocam! Textos escritos há mais de 10 anos atrás, retratando a realidade atual. Coisas que no passado já faziam sentido, até quando farão? Enquanto insistirmos em mascarar nossas intenções por trás da política da boa vizinhança como se fossem algo incomum. Somos da mesma espécie, cometemos erros e acertos basicamente padronizados, que mal há nisso? Pra que fingir que somos perfeitos? Pensamos estar enganando à quem? Ah, não há dúvida! A nós mesmos... somos os espectadores da nossa própria peça teatral! Assumimos o personagem que nos convém. Escolhemos o enredo, o cenário, o rumo da história... pagamos ingresso pra ver o que já sabemos, não há surpresas. Por isso que frequentemente nos frustramos. Agora me diz, existe algo mais sem graça que isso? Já escolhi meu personagem e ele nem de longe é perfeito. Devem estar se perguntando... se você mesma o escolheu, aonde ficam as surpresas? Na interação com pessoas previsíveis! É sucesso garantido, pura emoção! Alegrias, tristezas e decepções... sei o que podem me proporcionar! E o melhor de tudo! Sei também que posso surpeendê-los constantemente com a falso discurso de ser imprevisível. Só é anormal quem é diferente, porque somos todos normais demais.

domingo, 19 de julho de 2009

Um nome, um estilo de vida, uma missão.

Entre a fase da infância e da adolescência propriamente dita, existe um meio-termo normalmente chamado pré adolescência. É justamente nessa fase que parecemos estar completamente insatisfeitos, às vezes até em dobro, triplo, quádruplo...
Reclamamos o tempo todo, nada está da forma que gostaríamos. Uma dentre as milhares de coisas que nos incomodam, está a escolha precoce de nossos pais ao nos dar um nome sem ao menos nos consultar. Como mais uma pré adolescente, não gostava do meu. Queria ter me chamado Bruna, Roberta, Rafaela... tudo, menos Renata. É muito gostoso ver como nossa opinião diante de coisas tão pequenas mudam drásticamente ao longo dos anos. Talvez hoje mais madura ou quem sabe apenas fora dessa fase tão perturbadora, consiga além de gostar, admirar o nome escolhido pra mim. Já me permito pensar como mãe pois esse é um desejo antigo, um desejo nato arriscaria dizer. Ter uma pequena vida dentro de si e ansiosa por sua chegada, escolher como irá se chamar não é tão aleatório como pensamos. Algumas mães já decidem o nome antes mesmo do bebê nascer, podendo conversar com ele não mais de forma impessoal. Acredito que seja nesse momento da escolha em que nos tornemos "gente". Se comigo foi assim, não sei, mas é dessa forma que decidi acreditar. Gostei de ter me tornado gente e também desse pequeno pedaço de gente ou projeto de ser humano se chamar Renata. Para os que não sabem, o nome Renata é de origem latina, facilmente reconhecido pelo processo de formação de palavras chamado prefixação ou derivação prefixal. Esse processo ocorre quando a palavra chave permanece a mesma e só o começo ou o final são capazes de sofrer alterações. No latim, "nata" significa nascer e é essa a palavra invariável. Esse termo se relaciona com o sentido de nascimento, como por exemplo natal, natalidade, natalino, talento nato (de nascência) e etc... não me arrisquei em vão. O prefixo "re" significa a repetição de determinada ação, lembrando que cada uma delas é diferente justamente pela oportunidade de refazê-la, reinventá-la, reescrever uma história, reviver um momento. Meus pais não foram nada ingênuos nesse ponto, foi uma escolha óbvia ainda que não intencional. Se acredito na doutrina espírita, na chance da reencarnação para mais uma experiência de aprendizado na intenção de evoluir, ter renascido só prova que não estou aqui a passeio, muito menos em vão. Nasci dia 21 de setembro, o que divide meu signo em dois! O último dia do signo de virgem já iniciando o de libra. Minhas características se espalham nos mesmos de forma perceptível. De acordo com o signo de virgem, sou uma pessoa crítica, introspectiva, calma, generosa e simplista, gostei demais dessa última. Devo viver nos campos, colinas ou regiões próximas as montanhas! Essa característica é como dar banana aos macacos! Calma, já vou chegar nos defeitos. Se evidenciei as qualidades, aqui não será diferente. O virginiano é manipulador, indeciso, nervoso e absolutamente dependente. Nossa! acho mesmo que devia ter esperado mais um pouquinho pra vir ao mundo. O signo de libra me define como ninguém! De acordo com o mesmo, sou uma pessoa dotada de poderosa aura magnética que consegue equilibrar suas paixões com a reflexão. Imparcial, de mente equilibrada, temperamento conciliador buscando sempre harmonia e perfeição, inclusive em casamentos e sociedade. Sensibilidade artística, diplomacia e trato social. O principal defeito que encontra-se em negrito em todas as fontes pesquisadas: manipulação. Fiquei intrigada pela presença dessa característica em ambos os signos e naturalmente fui atrás de suas definições. O sentido de manipulação é extremamente vasto e por isso, impreciso. Pesquisei suas formas de atuação e procurei adaptá-lo. A manipulação psicológica consciente, se realiza à partir do corpo ou por meios psicológicos que atuam diretamente sobre o espírito. É também chamada perfectiva, pois corrige o modo de ser do sujeito manipulado. Em razão do fim a que se propõe o manipulador, ela pode ser necessária, útil, terapêutica, experimental ou egoísta. Tratando-se do manipulador em questão, posso lhes afirmar que a que melhor se encaixa em minha personalidade acima descrita, é a manipulação útil, pois procura melhorar a situação do sujeito manipulado ou a de ambos. É de fato pra isso que servem minhas epifanias. Quando algo acontece em minha vida e me faz perceber determinadas coisas, é quase que imediato, corro e escrevo! São pensamentos, reflexões, idéias, conselhos à mim mesma e aos que eventualmente possam estar lendo e se identificar com alguma situação descrita. É pra isso que escrevo, pra ajudar. É por isso que faço, pelo prazer indescritível. É com isso que me realizo... minha maneira de renascer a cada ponto final.